segunda-feira, 28 de março de 2016

Raquel dos Cabelos Cor de Mel

Agora sim meus cabelos realmente estão cor de mel!! Amei, adorei, ficou incrível!!
Quando a vida força você a mudar, faça disso algo bom, mude o cabelo, se sinta linda, brilhe ainda mais do que brilhou: ofusque!!

Antes;
 Vejam como meu cabelo tava num tom "de mel" já, mas na cor natural...









Sem corte, tinha que inventar uns penteados "esconde corte"...















Depois:

 Tádáááááá!!!!!!
Luzes loiras!!!!


Agora sim, Raquel com cabelos cor de mel... amei, porque ficou super natural, não ficou parecendo aquelas coisas artificiais que parece que fez em casa com papel crepom...
Aprovados cabelos maravilhosos!!!
Ainda fui elogiada pela cabeleireira, que disse que meus cabelos são saudáveis e bem cuidados <3

quinta-feira, 24 de março de 2016

Trabalho sobre gêneros textuais - como aplicar os gêneros trabalhados no ambiente acadêmico?

Trabalho sobre gêneros textuais - como aplicar os gêneros trabalhados no ambiente acadêmico?
*Gênero escolhido: Horóscopo
*Grupo: Jessica Ginezzi, Lais Almeida e Raquel Corteze


University Horóscopo
Sua vida em curso!
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Letras: É um bom momento para investir na carreira como escritor, pois Júpiter está em curso influenciando diretamente suas habilidades cognitivas.
Cor: Amarelo mostarda.


Matemática: A probabilidade de uma prova surpresa na matéria do dia é de 87%. Para não se dar mal, mude o ângulo de sua carteira a fim de receber energias positivas do colega ao lado.
Cor: Verde musgo.


Arquitetura: Para quem está terminando o curso é uma boa hora para desenhar novos horizontes e projetar seu futuro profissional. Antes de qualquer decisão, consulte os astros.
Cor: Verde marca texto.


Biologia: Não deixe que sua disciplina sofra metástase e te persiga no semestre que vem, mantenha seus trabalhos em dia. Dica: não deixe que os insetos comam seus trabalhos.
Cor: Burro fugido


Agronomia: Meça suas palavras e fertilize suas ideias na hora de escrever seus trabalhos. Dica: é hora de plantar novos projetos para colher um futuro melhor.
Cor: Marrom terra


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segunda-feira, 14 de março de 2016

Goya - Sem blá blá blá, apenas algumas obras















Caravaggio - Um Pouquinho sobre o Estilo Barroco

Michelangelo Merisi (ou Amerighi), conhecido como Caravaggio foi um dos mais notados pintores italianos, atuante em Roma, Nápoles, Malta eSicília, entre 1593 e 1610. Seu trabalho exerceu influência importante no estilo barroco, estilo do qual foi o primeiro grande representante. Caravaggio era o nome da aldeia natal da sua família e foi escolhido como seu nome artístico. Exceto em suas primeiras obras, Caravaggio pintou fundamentalmente temas religiosos. No entanto, foram várias as vezes em que as suas pinturas feriam as susceptibilidades dos seus clientes. Nos seus quadros, em vez de adoptar nas suas pinturas belas figuras etéreas, delicadas, para representar acontecimentos e personagens da Bíblia, preferia escolher por entre o povo, modelos humanos tais como prostitutas, crianças de ruas e mendigos, que posavam como personagens para as suas obras. Caravaggio procurou a realidade palpável e concreta da representação. Utilizou como modelos figuras humanas, sem qualquer receio de representar a feiura, a deformidade em cenas provocadoras, características essas que distinguem as suas obras. Tudo isso chocou os seus contemporâneos, pela rudez das suas pinturas. Dos efeitos que Caravaggio dava aos quadros, originou-se otenebrismo, em que os tons terrosos contrastam com os fortes pontos de luz.
Algumas Obras:











Arnold Böcklin - Para Inticar um Pouco a Mente...

Arnold Böcklin (Basileia, 16 de outubro de 1827 — Fiesole, 16 de janeiro de 1901) foi um pintor suíço enquadrado no movimento artístico do Simbolismo, de grande influência no posterior movimento surrealista. Estudou na Academia de Belas Artes de Düsseldorf com Schirmer onde conheceu a Ludwig Andreas Feuerbach. Schirmer, que reconheceu nele um estudante excepcionalmente prometedor, mandou-o para Antuérpia e Bruxelas, onde ele copiou as obras de mestres flamengos e holandeses. Böcklin, foi então para Paris, onde trabalhou no Louvre e pintou diversas paisagens. Embora começasse como um pintor de paisagens, nas suas viagens a Bruxelas, Zurique, Gênova e Roma entrou em contato com a arte renascentista e com a atmosfera do Mediterrâneo, que o conduziu a uma inclusão de figuras mitológicas e alegóricas na sua obra. Böcklin é conhecido, sobretudo, pelas suas cinco versões da ilha dos mortos, que em parte evoca o Cemitério inglês de Florença, perto do seu estudo e onde enterrara a sua filha pequena Maria.

Algumas Obras: 












quinta-feira, 10 de março de 2016

O que é Leitura


Continuidade dos Parques - Júlio Cortazar


Começara a ler o romance dias antes. Abandonou-o por negócios urgentes. Voltou à leitura quando regressava de trem à fazenda. Deixava-se interessar lentamente pela trama, pelo desenho dos personagens. Nessa tarde, depois de escrever uma carta a seu procurador e discutir com o capataz uma questão de parceria, voltou ao livro na tranquilidade do escritório que dava para o parque dos carvalhos. Recostado em sua poltrona favorita, de costas para a porta que o teria incomodado com uma irritante possibilidade de intromissões, deixou que sua mão esquerda acariciasse, de quando em quando, o veludo verde e se pôs a ler os últimos capítulos. Sua memória retinha sem esforço os nomes e as imagens dos protagonistas; a fantasia novelesca absorveu-o quase em seguida. Gozava do prazer meio perverso de se afastar, linha a linha, daquilo que o rodeava, e sentir, ao mesmo tempo, que sua cabeça descansava comodamente no veludo do alto respaldo, que os cigarros continuavam ao alcance da mão, que além dos janelões dançava o ar do entardecer sob os carvalhos. Palavra por palavra, absorvido pela trágica desunião dos heróis, deixando- se levar pelas imagens que se formavam e adquiriam cor e movimento, foi testemunha do último encontro na cabana do mato. Primeiro entrava a mulher, receosa; agora chegava o amante, a cara ferida pelo chicotaço de um galho. Ela estancava admiravelmente o sangue com seus beijos, mas ele recusava as carícias, não viera para repetir as cerimônias de uma paixão secreta, protegida por um mundo de folhas secas e caminhos furtivos. O punhal ficava morno junto a seu peito, e debaixo batia a liberdade escondida. Um diálogo envolvente corria pelas páginas como um riacho de serpentes, e sentia-se que tudo estava decidido desde o começo. Mesmo essas carícias que envolviam o corpo do amante, como que desejando retê-lo e dissuadi-lo, desenhavam desagradavelmente a figura de outro corpo que era necessário destruir. Nada fora esquecido: impedimentos, azares, possíveis erros. A partir dessa hora, cada instante tinha seu emprego minuciosamente atribuído. O reexame cruel mal se interrompia para que a mão de um acariciasse a face do outro. Começava a anoitecer.
Já sem se olhar, ligados firmemente àquela tarefa que os aguardava, separaram-se na porta da cabana. Ela devia continuar pelo caminho que ia ao Norte. Do caminho oposto, ele se voltou um instante para vê-la correr com o cabelo solto. Correu por sua vez, esquivando-se de árvores e cercas, até distinguir, na rósea bruma do crepúsculo, a alameda que o levaria à casa. Os cachorros não deviam latir, e não latiram. O capataz não estaria àquela hora, e não estava. Subiu os três degraus do pórtico e entrou. Pelo sangue galopando em seus ouvidos, chegavam-lhe as palavras da mulher: primeiro uma sala azul, depois uma varanda, uma escadaria atapetada. No alto, duas portas. Ninguém no primeiro quarto, ninguém no segundo. A porta do salão, e então o punhal na mão, a luz dos janelões, o alto respaldo de uma poltrona de veludo verde, a cabeça de um homem na poltrona, lendo um romance.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Lenda de Dionísio/Baco


Dionísio para os gregos ou Baco para os romanos teve um nascimento interessante: Zeus traiu Hera com Sêmele, engravidando -a.Hera engana Sêmele e pede a Zeus que se mostre à amante em sua forma original, sentado em uma carruagem de fogo. A mortal se assusta e morre, virando cinzas. Das cinzas, Zeus resgata o feto e o gesta em sua barriga da perna. Assim nasce Dionísio.
Há outra versão da mesma lenda em que Zeus se transforma em uma cobra/dragão e violenta Perséfone, e dessa violação nasce Zagreu, um deus que tem a forma de um touro. Hera, enciumada, manda que os titãs dilacerem o fruto da traição de Zeus, mas este, com ajuda da deusa Atena, consegue resgatar o coração, intacto e pulsante, do deus destruído. Com este coração, Zeus faz uma poção e dá para Sêmele beber, engravidando-a. Sêmele insiste para que Zeus se mostre em sua forma original, mas ao fazer isso, Sêmele morre queimada. O restante da história é o mesmo, Zeus gesta o feto em sua coxa e daí nasce Dionísio.
Quando ficou adulto, Dionísio aprendeu a arte do cultivo da vinha e da produção do vinho. Juno, com muita inveja, amaldiçoa-no e o deixa louco. Assim Dionísio sai pelo mundo disseminando a arte da vinha, enlouquecido. Ao chegar à Frígia, a deusa Cibele o tira da maldição e ensina a ele os cultos religiosos. Baco continua a divulgar seu conhecimento, mas quando volta à Grécia, é proibido pelo rei Penteu, a realizar seus cultos.
Penteu manda seus servos procurarem Baco e levá-lo até ele. Porém, estes só conseguem fazer prisioneiro um dos companheiros de Baco, que Penteu interroga querendo saber desses novos ritos. Este se apresenta como Acetes, um piloto, e conta que, certa vez velejando para Delos, ele e seus marinheiros tocaram na ilha de Dia e lá desembarcaram.
Na manhã seguinte os marinheiros encontraram um jovem de aparência delicada adormecido, que julgaram ser um filho de um rei, e que conseguiriam uma boa quantia em seu resgate. Observando-o, Acetes percebe algo superior aos mortais no jovem e pensa se tratar de alguma divindade e pede perdão a ele pelos maus tratos. Porém seus companheiros, cegados pela cobiça, levam-no a bordo mesmo com a oposição de Acetes. Os marinheiros mentem dizendo que levariam Baco (pois era realmente ele) onde ele quisesse estar, e Baco responde dizendo que Naxos era sua terra natal e que se eles o levassem a até lá seriam bem recompensados. Eles prometem fazer isso e dizem a Acetes para levar o menino a Naxos. Porém, quando ele começa a manobrar em direção a Naxos ouve sussurros e vê sinais de que deveria levá-lo ao Egito para ser vendido como escravo, e se recusa a participar do ato de baixeza.
Baco percebe a trama,em seguida olha para o mar entristecido, e de repente a nau pára no meio do mar como se fincada em terra. Assustados, os homens impelem seus remos e soltam mais as velas, tudo em vão. O cheiro agradável de vinho se alastra por toda a nau e percebe-se que vinhas crescem, carregadas de frutos sob o mastro e por toda a extensão do casco do navio e ouve-se sons melodiosos de flauta. Baco aparece com uma coroa de folhas de parra empunhando uma lança enfeitada de hera. Formas ágeis de animais selvagens brincam em torno de sua figura. Os marinheiros levados à loucura começam a se atirar para fora do barco e ao atingir a água seus corpos se achatavam e terminavam numa cauda retorcida. Os outros começam a ganhar membros de peixes, suas bocas alargam-se e narinas dilatam, escamas revestem-lhes todo o corpo e ganham nadadeiras em lugar dos braços. Toda a tripulação fôra transformada e dos 20 homens só restava Acetes, trêmulo de medo. Baco, porém, pede para que nada receie e navegue em direção a Naxos, onde encontra Ariadne e a toma como esposa.
Cansado de ouvir aquela historia, Penteu manda aprisionar Acetes. E enquanto eram preparados os instrumentos de execução, as portas da prisão se abrem sozinhas e caem as cadeias que prendiam os membros de Acetes. Não se dando por vencido, Penteu se dirige ao local do culto encontrando sua própria mãe cega pelo deus, que ao ver Penteu manda as suas irmãs atacarem-no, dizendo ser um javali, o maior monstro que anda pelos bosques. Elas avançam, e ignorando as súplicas e pedidos de desculpa, matam-no. Assim é estabelecido na Grécia o culto de Baco. Certa vez, seu mestre e pai de criação, Sileno, perdeu-se e dias depois quando Midas o levou de volta e disse tê-lo encontrado perdido, Baco concedeu-lhe um pedido. Embora entristecido por ele não ter escolhido algo melhor, deu a ele o poder de transformar tudo o que tocasse em ouro. Depois, sendo ele uma divindade benévola, ouve as súplicas do mesmo para que tirasse dele esse poder.