sábado, 16 de abril de 2016

Claudio Manuel da Costa, o Árcade Fora do Arcadismo

"Correi de leite e mel, ó Pátrios rios,
e abre dos seios o metal guardado,
os borbotões de prata, e de oiro os fios
saiam de Luso a enriquecer o estado."
(Canto Heroico)








"Competir não pretendo
contigo, ó cristalino
Tejo, que mansamente vais correndo
meu ingrato destino
me nega a prateada majestade,
que os muros banha da maior cidade."

                                    (Fábula do Ribeirão do Carmo)


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